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Pacientemente, amor (ou: Pão de queijo quentinho)

{Para ouvir enquanto lê}

paodequeijofinal

Ainda não sei escrever um post sobre a manhã de hoje. Estava eu lendo um livro do Fernandinho – em breve quero falar sobre ele por aqui – no ônibus, em direção ao trabalho, depois de uma longa semana de dengue, exames de sangue e horas esperando minhas consultas, quando eu li 1 Coríntios 13. Eu, sinceramente, não sei quantas vezes já li esse texto, ouvi alguém lendo esse texto, pregando sobre esse texto, e exemplos parecidos…

Inúmeras vezes.

No entanto, hoje uma parte dele pareceu fazer um sentido absurdo pra mim.

O amor é paciente

1 Coríntios 13:4

Sim. Ele é. E sabe, acho que quando a gente descobre um pouco mais sobre o amor vemos que essa é uma característica intrínseca dele. O amor não desiste, ele não joga tudo para cima, ele está ali, todos os dias, esperando e por isso ele tudo suporta, e por isso ele tudo crê, tudo espera, tudo sofre. O amor enfrenta tudo, pois ele é paciente para alcançar o seu fim.

Eu estou apenas repetindo os versículos, amigos, porque ainda não consigo explicar a certeza que invadiu meu coração. Em dias em que nada pode esperar, o amor pode. No mundo em que se não for para agora não serve, o amor é paciente. Eu amo pacientemente, como quem abre um pão de queijo recém assado e espera enquanto uma fumacinha cheirosa sobe até o teto. Uma hora a gente morde o pão de queijo, uma hora o perfeito vai chegar, e o que é imperfeito vai desaparecer.