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Quinta-feira

Eu me encolho no canto da biblioteca. Não há ninguém ao meu redor. Ainda não são oito da manhã e metade das minhas coisas já deram errado.

E eu? Temo o futuro. Por mais que pregue para minha própria alma, eu estou apavorada. E não consigo pensar nos lírios ou nos pássaros que não semeiam, mas são cuidados por você, Eterno. Eu só encaro aquela pilha gigante de livros e tenho medo.

Lembro de quando tinha 8 anos e o futuro parecia incrível. E canto por dentro que o meu futuro é você. Ele precisa ser você. O meu futuro não é esta faculdade. Nem a outra. O meu futuro não é escrever o que sempre quis. O meu futuro não está em nenhuma dessas coisas, o meu futuro é. O meu futuro tem nome: Eu sou.

O medo não some como veio. Mas eu paro de tremer sobre o livro de Genética e respiro fundo. Porque o próximo segundo já é o futuro e você ainda vai estar aqui. Assim como nos trilhões de próximos segundos da minha vida: você ainda estará aqui.

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04 da manhã (ou: Contando planetas para dormir)

{Para ouvir enquanto lê}

Eu ainda não tenho uma fé inabalável.

Às vezes, eu não consigo dormir. E por mais que pense em todos os planetas, eu ainda estou acordada. Piscando. Existindo dentro da minha cabeça.

Me sento na cama e penso nas verdades irrevogáveis da vida. Penso no meu cabelo para lavar. Penso em Kierkegaard. E eu tenho medo.

Tento imaginar meu pai esperando para ser operado e me pergunto se ele teve medo. Saturno gira ao redor de mim, orbitando minha cabeça, e eu ainda estou acordada. Tendo medo.

Eu tento sacudir a cabeça – desculpe Saturno – e esquecer tudo que não for estritamente necessário para dormir, mas sinto culpa pelo medo. Eu não devia me sentir como todas as quotes cristãs de Instagram?!

Mas eu não me sinto. Não há uma imagem tratada de alguém contemplando uma paisagem que envolve árvores gigantes ou montanhas com picos cheios de neve e uma bela mistura de fontes aqui. Só estamos eu e minhas muitas perguntas sobre o que é ter uma fé imutável, mesmo que ela seja pequena como uma partícula de poeira.

Não, eu não acho que nossa vida cristã é feita de quotes. De frases de efeito. Apenas de comunhão e pizza depois do culto. A vida cristã é, muitas vezes, extremamente difícil. Principalmente aquela que você precisa enfrentar sozinho. A vida cristã, alguns dias, é apavorante. Se você já teve que realmente amar seu inimigo, você sabe. Se você já teve que abandonar seus planos para seguir a Jesus – mesmo que ninguém saiba ou te dê uma medalha por isso -, bem você sabe. Quando você vê alguém doente e não pode fazer absolutamente nada por ele, você sabe.

O evangelho que você vive, que não pode ser medido pelos olhos das outras pessoas, nos pede muito. Ninguém vê. Ninguém sabe. Mas, muitas vezes, ele está pedindo tudo o que você é. E você não dorme. Para de contar planetas. Você ora por fé. Porque é ok ter medo, é ok não ser um pôster ambulante de “tudo já deu certo, em nome de Jesus”, mas, acima de tudo, é ok pedir por fé e força.

Nós não enganamos a Deus com nossas exortações meia boca, mas, eu creio, que o comovemos quando tudo o que pedimos é que Ele nos ajude com a insuficiência de nossa fé.

E é nessa hora que nós vamos para frente ou morremos. Morremos acordados por noites seguidas ou entendemos que a fé que temos é suficiente para começar a viagem. Que Ele é dono de toda a fé que podemos possuir, um dono doador.

Eu fecho os olhos, deixo os planetas irem e imagino Pedro dando alguns passos na água e não consigo me concentrar no fato de que, em algum momento, ele começou a afundar. Concentro-me nos segundos completamente livres de qualquer “e se”. E, então, consigo dormir.

planets


Se você quiser ler mais textos sobre medo escritos por aqui (alguns – ALGUNS -mais felizes hehe):

O oposto do amor é o medo (ou: O povo de Israel e a sandália da Xuxa) – 2013

Não sei se você notou, mas eu ando falando sobre amor (ou: Amor x Medo) – 2015

Um post dentro do outro (ou: Sem medo do nariz escorrendo) -2015




Esquema de sempre: você pode me encontrar através do meu email (nataniacarvalho@gmail.com), da página do blog no Facebook, ou do meu Instagram =D

Não sei se você notou, mas eu ando falando sobre amor (ou: Amor x Medo)

{Para ouvir enquanto lê}

loveQuem leu meu último post (que foi um pouco “é-o-quê?”, porque eu queria tentar descrever o que eu estava entendendo da palavra na hora da agitação) e o penúltimo post, pode perceber que eu estou falando de amor neste mês de abril. Esse é um assunto recorrente nos meus textos, e os anos têm me feito acreditar no que o pastor Bill Johnson, sênior da Bethel Church, costuma falar: nós temos uma grande mensagem dentro de nós e vamos a dividindo em milhões de pedaços. A minha mensagem definitivamente se conecta com amor, e quanto mais vou progredindo na fé, e como gente, mais entendo que os assuntos de Deus nunca se acabam, por isso a Bíblia é viva, por isso eu sempre acho que há mais sobre amor para falar.

E bem, vamos começar logo este texto com Peninha: quando a gente ama é claaro que(i) a gente cuuuuidaa. Hoje eu queria falar da face do amor de Deus que nos faz sentirmos seguros, cuidados (agora vou cantar a música do Peninha mentalmente até o fim do dia sem or). A face que nos possibilita ser abrigo para os outros.

A minha tendencia é ser uma pessoa medrosa. Sempre amei ler histórias com heróis badass, mas confesso que não sei como agiria no lugar deles – se eu fosse Frodo, por exemplo, provavelmente jogaria aquele maldito anel Condado abaixo, já na saída de casa. Por isso, aprendi na prática, renegando os meus temores, que o meu Deus é escudo e glória.

Quero dividir o nosso post em dois tipos de medo que nos acometem e que o amor de Deus se faz presente para dissipá-los, e terminar falando sobre assimilar essa característica em nosso caráter.

1) O medo do que ainda não aconteceu (ou: Vidente do “ihhh não vai dar certo”)

Se eu fosse vidente (oi-Natânia-o-quê-está-acontecendo-?), provavelmente você não gostaria nadinha do que eu teria para te dizer. Isso porque eu sempre penso nas 55 coisas que podem dar errado antes de seguir em frente com algo e quando eu presto atenção eu já estou quase colocando minha fé que as coisas realmente não vão dar certo. “Isso é falta de fé e não colocar sua fé”, você pode dizer, mas olha, eu digo que não é não, é uma fé usada para o mau (uma fé Darth Veder). Quer saber porque que digo isso? A Bispa Lúcia Rodovalho (<3) disse, hoje, no twitter:

A fé é crer naquilo que você não pode ver. A recompensa dessa fé é ver aquilo em que você crê!

Bem, isso é maravilhoso se você acreditar nas promessas, na bondade, na resolução e na alegria das coisas novas, no entanto, se você crê que aquilo já está falido antes de se desenvolver, bem, sua recompensa é ver um projeto que nasce morto. Viu só como é possível lançar sua fé para o mau?

Eu já tive e tenho inúmeras conversas com Deus perguntando, falando, pedindo uma explicação para minha insegurança crônica com muitas coisas na vida, mas um dia senti que devia apenas confiar. Confiar sem explicações, pelo menos no início. Decidi aceitar o desafio de não temer depois de algumas decisões erradas, por medo de tomar as certas. Você já fez isso? Jogar uma coisa pro alto com medo de levá-la adiante e ela dar errado? AGORA ME DIZ, QUAL É A LÓGICA DISSO?!

Nenhuma.

E eu decidi que eu não iria ter medo do que ainda não aconteceu. E isso não é fácil. Todos os dias eu preciso me lembrar que o amor do Eterno é tão grande que pode vencer o meu temor. Algumas vezes, Deus, em misericórdia, já me disse: sossega, vai ficar tudo bem, siga em frente com essa decisão. Maaaaas milhares de vezes, Ele não falou. E, conforme você vai ficando mais maduro no relacionamento com o Senhor, vai entendendo que ficar chateado por ter que vencer seu medo não faz o coração de Deus se voltar para você com mais facilidade. Pise na água, mesmo que você pense “caramba tô sentindo que vou descer diretinho para a zona abissal”. Não tema algo de graça, mas peça entendimento.

Muitas vezes, Deus tem planos tão específicos para nós, mas nos desviamos muito deles por medo de insistir em um caminho, por medo de oportunidades que se abrem. Para vencer meu medo, eu oro. Choro. Oro. Grito “Spirit  break ooooooout“. Leio Salmos 3. Assim, não preciso de uma palavra direta de Deus para parar de temer, eu começo a profetizar o que já está na Bíblia: o verdadeiro amor lança fora todo medo. De novo. De novo. E coloco meus pés nos planos futuros.

O medo é algo viciante. Você se vê voltando sempre e sempre e sempre para ele, até o dia que perde algo tão importante que mal pode acreditar. O amor de Deus é capaz de cauterizar a raiz do nosso temor, Ele nos dá segurança e nos reveste de coragem. Não de uma coragem tola, mas de uma coragem com cara, cheiro e gosto do Reino: aquela que nos faz viver o evangelho no máximo.

Se você sente tanto medo do futuro que seus pés e planos congelam-nível-frozen e você se vê conformado com uma realidade horrível, do fundo do meu coração eu te desejo o que eu desejo para mim diariamente: seja livre. Que seus pés encontrem o amor de Deus e que esse amor se choque contra o seu coração, que ele quebre seus ossos e te faça mais resistente, mas, ao mesmo tempo, mais suave e perceptivo para a realidade do céu, que está tão longe do medo, quanto eu, geograficamente, da J.K.

2) O medo das situações terríveis que já estão acontecendo

Muitas vezes, nós vivemos momentos tão ruins na vida que pensamos que é ok temer naquela hora. Sabe o que Deus tem me ensinado? Não é ok, não.

Quando meu pai ficou doente (eu já contei um pouco sobre isso aqui), eu fiquei com medo. Às vezes, eu me pego com medo ainda hoje. Mas Deus me cerca de palavras na Bíblia e me cerca de palavras na igreja que me fazem lutar contra esse sentimento. Me lembro de chegar no culto um dia, quando ele não podia ir à igreja e estava bastante abatido, começar a participar do louvor e ficar tomada de medo. Eu pensei: bem, talvez, eu precise ir para casa, descansar a cabeça um pouco. Mas Deus me disse para ir até o banheiro. Eu me ajoelhei no chão de uma das cabines e comecei a chorar, de repente o sentimento de que Deus era poderosamente maior do que tudo aquilo me invadiu. Você já sentiu que é imensamente minúsculo quando a presença de Deus desce sobre você? Não pequeno como quem não é útil, ou é menor e pode ser esmagado… Mas pequeno do tipo: Filho, você cabe nas minhas palmas e elas irão te proteger.

Eu precisava lutar contra o medo. Não com minhas armas – meu positivismo já foi discutido acima hahaha -, mas com as armas do Eterno. E eu pedia para que ele me falasse sobre amor. E ele ria comigo e me falava sobre seu grande amor. Ele me explicava que não há nada melhor do que quando nós nos derramamos sobre Ele. E o seu amor preenche o que o medo rasgou.

Quantos de nós estamos enfrentando situações realmente apavorantes agora?… Sabe, gentes, nossos ombros podem tentar por algum tempo, mas eles não são e nunca serão escudos.

Senhor, como se têm multiplicado os meus adversários! São muitos os que se levantam contra mim.

Muitos dizem da minha alma: Não há salvação para ele em Deus. (Selá.)

Porém tu, Senhor, és um escudo para mim, a minha glória, e o que exalta a minha cabeça.

Com a minha voz clamei ao Senhor, e ouviu-me desde o seu santo monte. (Selá.)

Eu me deitei e dormi; acordei, porque o Senhor me sustentou.

Não temerei dez milhares de pessoas que se puseram contra mim e me cercam.

Levanta-te, Senhor; salva-me, Deus meu; pois feriste a todos os meus inimigos nos queixos; quebraste os dentes aos ímpios.

A salvação vem do Senhor; sobre o teu povo seja a tua bênção. (Selá.)

Salmos 3

O amor de Deus o faz levantar do seu trono. Aleluia, nós temos um Deus que se preocupa em cuidar de nós!

>> Cuide de alguém que enfrenta o medo

Sabe o que é brilhante no evangelho? Se você levar a coisa a sério, você fica parecido com Jesus. Dá para pedir algo melhor do que adquirir as características do caráter de Deus? Quanto mais você deixa Deus te ensinar a não temer, a viver abundantemente, mais você pode ensinar alguém. E quando eu falo ensinar, bem, você precisa entender o que eu acredito que seja ensinar: andar perto de alguém todos os dias, de tal forma que o seu coração seja repartido com aquela pessoa pelas palavras, ações e comida que compartilham.

Quando você é um Cristo em andamento, você se preocupa com as pessoas. Você diz coisas que deixem seus corações quentes e longe do medo. Você não precisa dar um sermão – elas não vão lembrar -, mas se você for com elas, exortando, cuidando, amando, alertando sobre a liberdade do Espírito e a prisão do medo, elas verão uma parte do próprio Deus protetor manifesto na igreja.

Paulo (<3) fala diversas vezes sobre seu cuidado com a igreja, e agradece a Deus por Tito também apresentar um coração voltado para seus irmãos:

Agradeço a Deus ter ele posto no coração de Tito o mesmo cuidado que tenho por vocês,
2 Coríntios 8:16

Ande sempre com quem pode alimentar sua fé, com quem profetiza uma vida longe do medo, com quem te abrace no dia mal e te chame para ver Friends no final de uma semana difícil (Friends por minha conta, migs, Evangelho de mim mesmo capítulo 2).

Sempre se lembre do amor de Deus e da igreja por você, onde é que você esteja nesse mundo de meodeos.

Filhinhos, sois de Deus, e já os tendes vencido; porque maior é o que está em vós do que o que está no mundo.
Do mundo são, por isso falam do mundo, e o mundo os ouve.
Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus ouve-nos; aquele que não é de Deus não nos ouve. Nisto conhecemos nós o espírito da verdade e o espírito do erro.
Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.
Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.
Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos.
Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados.
Amados, se Deus assim nos amou, também nòs devemos amar uns aos outros.
Ninguém jamais viu a Deus; se nos amamos uns aos outros, Deus está em nós, e em nós é perfeito o seu amor.
Nisto conhecemos que estamos nele, e ele em nós, pois que nos deu do seu Espírito.
E vimos, e testificamos que o Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo.
Qualquer que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus está nele, e ele em Deus.
E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor; e quem está em amor está em Deus, e Deus nele.
Nisto é perfeito o amor para conosco, para que no dia do juízo tenhamos confiança; porque, qual ele é, somos nós também neste mundo.
No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor.
Nós o amamos a ele porque ele nos amou primeiro.
1 João 4:4-19

Vamos orar?

Pai, quantas vezes nós já conversamos sobre medo? Em todas elas o Senhor foi fiel. Seu santo nome é escudo e âncora para nossos corações e almas. Eu profetizo amor sobre os que estão tomados pelo medo hoje, e que o amor corroa as amarras que nos mantém aprisionados, que o amor dissolva o temor, que ele instaure o Reino em nossos corações. Deus, eu quero apoiar meus amigos e irmãos no momento em que eles não conseguirem crer no melhor de Deus, e que eles também desejem cuidar de outros. Em teu nome nós oramos. Amém!

O oposto do amor é o medo (ou: O povo de Israel e a sandália da Xuxa)

Fico pensando no povo de Israel no meio do deserto. Sempre tão contentes por um milagre do Senhor, seja nuvem fofa que cobre o sol, maná ou fogo para as noites frias – brinquedos vendidos separadamente, quero dizer: milagres não listados em ordem – mas sempre tão reclamões. Alguns dias depois das maravilhas de Jesus, eles já estavam pressionando Moisés com a tradicional ladainha: mas tu nos tiraste do Egito para…

A) passarmos fome?

B) morrermos de sede?

C) não termos a sandália nova da Xuxa?

[dúvida cruel que corrói meus neurônios agora: a Xuxa ainda lança sandálias de plástico, gente?]

Seria fácil julgar Israel de onde escrevo agora. O clima não está tão insuportável – choveu em Goiânia! – e eu não tenho areia escondida na cabeça para minhas próximas oito gerações. Mas não o faço hoje.

Hoje, mais do que nunca, pareço ser feita do mesmo material do que aquele povo: medo.

Um material perecível, com data de validade – não importa quantos abdominais se faça – e bem do vagabundo (não é por nada não Deus, mas barro?! BRINCADEIRA!), por isso entendo os receios de Israel. Ficar sem comida no meio de um deserto? Morte. Sem água? Morte outra vez. [Sem a sandália da Xuxa? Ok, eu vou parar, mas preciso apenas dizer que segundo minhas fontes secretíssimas AINDA FAZEM SANDÁLIAS DA XUXA. E elas vêm com pochetes: reflitam.]

Sem dedo na cara de ninguém (talvez só no bezerro de ouro que o povo começou a adorar em um desses momentos “Pra Moisés é tudo ou nada?” “Naaada”), Deus tenta me ensinar uma coisa nesta semana: o problema de Israel não foi o medo, mas as murmurações e as atitudes que vieram com elas.

Por que o medo? Puf… Vencer o medo é a especialidade do Espírito. Se a Bíblia diz que o verdadeiro amor lança fora todo medo, e também diz que Deus é amor – e por dedução mais do que lógica o Senhor é o verdadeiro amor – então o amor de Jesus lança fora todo medo (Se A é igual a B e B é igual C, então A épare-com-essa-porcaria-agora).

Sim, o amor de Jesus lança fora todo medo.

Como diria certa personagem que gosto: “O oposto do amor é o medo. O ódio nunca esteve nessa história.”.

E é isso que tento – através de toda a força do mundo, rs – aprender hoje.

Como Israel temeu não alcançar Canaã e ainda morrer no caminho, sei que tememos não conquistar. Tememos o futuro. O que, afinal das contas, vai acontecer… Mas se o medo encontrar o amor de Jesus em meu coração vai ficar tudo bem.

Eu peço a Cristo hoje: me fale com sua voz certeira, calma, porém forte como o som de mil tambores: vai ficar tudo bem. E assim, todo medo vai embora. E assim, eu tomo Israel como meu nome, sem lamúrias, mas com todas as suas promessas.