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Último dia (Desafio #1)

O que dizer da bondade do Senhor durante essa semana?! Bondade que aguentou todas as minhas orações – e a falta delas, quando passava longos minutos sem ter o que dizer às cinco da manhã. Bondade que me ensinou pacientemente que adoração não é apenas cantar, mas é toda a sorte de palavras que enchem o Seu coração com um tiquinho de amor por esse bando de gentes da terra.

Obrigada por descer sobre nós como abraço bom durante a música que o Senhor escolheu. Obrigada, Jesus!

Gosto de pensar que a chuva que caiu hoje foi conquistada ontem e que o ventinho que veio com ela foi apenas consequência do impetuoso furacão que começou a mudar nossas vidas no sábado.

Mordor, Homem Aranha, Lucinho e Dona Brum (Desafio #1)

Corre, corre, corre para escrever o primeiro post do desafio da Semana!

Eu tinha preparado algo completamente diferente para hoje, li Salmos e achei que as coisas iam para um rumo Davi – aquele ruivo – e sua harpa… Mas aí veio Deus e mudou tudo.

Ah, Jesus é uma lindeza que só, assim como o fim desse dia!

ROTA DA NOITE: ouvir o pastor Lucinho Barreto e pastora Fernanda Brum, que estavam ministrando em uma igreja aqui da minha cidade. O ministério da Fernanda é bonito demais, gentes, cheio de missões e de cuidados pelas mulheres, e o do Lucinho, nem se fala: JOVENS. Meu coração derreteu: missões, jovens e adoração.

IMG10103Aliás, não foi só o coração. A igreja estava cheia, muito mesmo, e você tem que entender que Goiânia nesses dias seria uma substituta aceitável para destruir o Anel de Sauron – Mordor chateado. Todos os seres naquele lugar estavam suados. E os anjos não escaparam dessa não, amizades. Estava quente mesmo. O melhor? TODO MUNDO SE ABANAVA, MAS NO FUNDO NINGUÉM ESTAVA DANDO A MÍNIMA. Sabe por quê? Por que o Senhor estava naquele lugar, em cada música, em cada grito de “miséeeeeeeeeeeria” do Lucinho.

E quando  dei por mim não sabia onde acabava o calor e começava a choradeira, eu era uma água só. E por mais nojento que isso tenha soado: foi maravilhoso.

O mais legal de tudo é que tive a certeza de que a obra começada há cerca de três meses em minha vida fica cada vez mais acabada (me senti contratando um pedreiro agora… “oh, Deus, quando é que a cozinha fica pronta?” “olha, dona, agora que o material chegou, que a gente já limpou o entulho e as bases já tão lançadas num deve demorar não”).

A frase que resumiria o post de hoje e as ministrações da noite é: Deus não usa gente enrolada, por isso se desenrole. Não sei se você consegue entender isso, mas essa frase com pouco mais que quinze letras explodiu minha mente.

Oração do primeiro dia do desafio: Jesus, não me deixe me meter em uma confusão parecida com a anterior, me desenrole e me livre de minhas próprias ciladas.

E, então, ele vem me ensinando a lidar com minhas aranhas mutantes e com as teias que elas formam em volta de meu próprio umbigo  e me dando um sentido aranha para perceber quando o menor dos pensamentos enganosos surgirem.

– A metáfora do Homem Aranha é ruim, mas aceitável, só não me aparece com roupas cujo tecido é algo entre o látex e a desgraça da humanidade, por favor. – Ok, Deus…

Fechando o falatório, senhoras e senhores, Fernanda, a Brum: