Arquivo mensal: julho 2014

Os 30 anos de fé do meu pai

Meu pai é incrível. Daquelas pessoas que a gente sabe que não vai achar mais nessa vida. Meu pai é aquele cara que me ajudou a fazer um trabalho de 40 páginas sobre dinossauros – eu aposto que a professora nunca leu, mas eu tirei 10 e é isso que importa, rs -, que fez maquetes imensas comigo, que me levava à bibliotecas quando eu fiquei obcecada em terminar um trabalho sobre transgênicos na primeira série.

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Das fotos que dão trabalho de achar ❤
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Porque as melhores pessoas tocam bateria, pai ( =

 Ele me ensinou a andar de bicicleta (ok, que ele mentiu dizendo que as rodinhas ainda estavam no chão, mas tinha levantado elas), desembaraçou a linha da minha vara de pescar umas 658 vezes, me ensinou a nunca negar comida para ninguém – lembro que ele comprava carne para as pessoas que passavam necessidades na feira -, ah, falando em feira, ele me ensinou tomar garapa com pastel nos domingos de manhã. Meu pai me ensinou a amar as pessoas. Ele me ensinou que mulheres são fortes e podem se resolver sozinhas. Ele é uma das pessoas mais justas que conheço. Seu Tone raramente reclama. Meu pai sempre resolve tudo. Se você chega com um colar enrolado ou com um problema gigante, ele vai dar um jeito.

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Quando abrimos a igreja de Caldas Novas (GO) no antigo cinema da cidade. SPOTTED: me achei ao lado da minha mãe, tocando teclado, hehe…

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Ordenação de bispos na nossa Embaixada, em Brasília

Mas, acima de tudo, meu pai é um homem de Deus e ele me ensinou a amar o Senhor.

E todas as qualidades acima vieram à tona, mais uma vez, no início deste ano, quando nós fomos para nossa cidade natal, São Miguel do Araguaia, e gravamos um filminho sobre o início da sua vida cristã. Passar tempo com tanta gente que sabia coisas da vida do meu pai que eu nem fazia ideia, ou conhecia mais ou menos, foi uma das coisas mais lindas deste ano. A gente vai fazendo 22 e imaginando… “já pensou se eu conseguir fazer o que ele e minha mãe fizeram?”

Nosso filme: 

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Habemus página!

{Para escutar enquanto lê}

Agora a (você sabe) ficou séria, hehehe! 

No próximo mês, o blog completa um ano (êêê!), e há um ano venho compartilhando os posts em minha própria página pessoal. Confesso que nem compartilho todos, porque encher a TL dos outros tem limite… Várias vezes me peguei no quase-criando-a-página-será-mesmo-meu-Deus, mas eu sempre pensava duas vezes e… deixava para lá.

Por um milhão de motivos, porque eu não tinha tempo de atualizar, porque eu estava cansada de alguns amigos que me enchiam o saco porque eu ando falando mais de Deus do que de comer sorvete (quem nunca?), porque se eu não criasse a página, a (você sabe) não ficaria séria. Pois bem: criei.

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E queria que você curtisse, pode ser? Tá Top Therm, tá se-você-ligar-nos-próximos-5-minutos, mas é que a gente vai conversar bem mais se você fizer isso. Porque, às vezes, não dá para escrever um post, mas dá para postar uma música, ou uma imagem (ou um post mesmo hehehe).

Clica aqui ô – logado no Facebook, né, amigos?! – e tcharam (=

Diário de Bordo: Celebrações de Inverno (ou: Violão, felicidade e Dany)

Minha igreja tem um evento chamado Celebrações – de verão e inverno. Nas Celebrações de Inverno – que acabou de acontecer! – nós vamos para Brasília e reunimos irmãos de diversas partes do Brasil e celebramos nosso Deus juntos.

A prévia do post é essa, pessoas. Agora, o que vocês precisam saber é que vou dividi-lo em duas partes. Na primeira vou falar do que aprendi nesses três dias lindos (17,18 e 19), já na segunda, vou mostrar – vídeo hehehe! – a parte extra-oficial que eu, a Dany – QUE FOI PELA PRIMEIRA VEZ ESTE ANO, UHUUUL! – e o Alê fizemos.

Pois bem, vamos.

1) Diário de Bordo Oficial

As Celebrações sempre me fazem incrivelmente bem, porque aumenta minha fé, me fortalece e me conecta com outras pessoas que estão buscando o mesmo que eu. Este ano senti que tudo o que estava sendo pregado era para mim. Como se a todo momento houvesse um painel luminoso sobre minha cabeça dizendo: caro preletor, fale sobre a vida desta pessoa cujo cabelo passa maior parte do evento bagunçado.

A palavra do Bispo Rodovalho entrou dentro de mim como um furacão. Só que ao contrário. Ao invés de bagunçar, ela passou limpando tudo, colocando no lugar, ajeitando e sorrindo. Eu simplesmente entendi as memórias das minhas células e me senti tão grata pela revelação de Jesus que me enfiou em um mundo novo, que olha… A palavra da Bispa me ensinou a perseverar, a do Peter me fez pensar que mal posso esperar pelo ano do Jubileu (e que caso eu torça o meu pé, eu já sei o que devo perguntar para as recepcionistas hehehe!). A do Bispo Lucas me ensinou o quanto estratégias podem ser apaixonantes e como o Arena é uma ferramente poderosa que temos.

Tudo me mostrou um pedacinho diferente de Deus, maaaaaas acima de tudo eu aprendi sobre felicidade. Aprendi que ela nada mais é do que se sentir completo e, claro, fiz uma lista mental de todas as vezes que não consegui a plenitude por que sabotei tudo o que Deus estava construindo em mim. Aprendi que a felicidade é um plano e que a gente precisa estar ciente de que está o escrevendo, esperar que tudo aconteça simplesmente por acaso é como estar em um filme da Katherine Heigl: não rola. Deus me mostrou como as vezes não estou radiante única e exclusivamente por minha culpa, porque eu não consegui ir até o fim por uma ideia errada de que ser feliz é se sentir bem a todo tempo. Felicidade e prazer ininterrupto não são sinônimos.

Na volta, depois de passarmos pelo Arena da Ceilândia – e meu Deus, ficar de boca aberta e coração derretido -, eu fui pensando sobre o que estou escrevendo agora e escutando um violão – e fingindo não muito bem que não estava escutando hahaha – comecei a orar em línguas. As músicas mudavam, o violão continuou por cerca de uma hora, e Deus me ensinou que ser feliz é não ter nada em falta. Ter todos os pedaços do coração. Eu não me senti totalmente inteira naquela hora. Mas eu sabia o que estava faltando e isso já é muito bom! Eu sabia o que ainda cabia em mim. E eu me esforcei para não dormir e pensar e orar enquanto o violão ainda estivesse tocando.

1) Diário de Bordo NÃO Oficial

Depois que as Celebrações se encerraram, nós fomos andar um pouco por Brasília, antes de irmos para o Arena da Ceilândia. E nós – incluir Dany aqui, alguém pela qual sou tão grata, que nem posso dizer mais do que: eu não queria que ninguém colocasse palavras na boca dos nossos personagens, além de você! – batemos pernas e fizemos nossas Celebrações extra-oficial. E claro, todas as noites, intervalos, sorvetes derretidos e sanduíches na madrugada fizeram o evento ter nossa cara: exageraaaaaada. Alê, também companheiro de viagem: muuuito obrigada. Assim como todo mundo que estava com a gente. Sou grata pela igreja que em que Deus me colocou.

Então é isso, o vídeo fala bem melhor do que eu sobre  a segunda parte do post.

Pro meu amigo

Você tem um fone por aí? Então, acho que essa é a primeira vez que eu posto uma música que não seja uma versão, daquelas que a gente faz na tarde de domingo… MENTIRA, GENTE, LEMBREI DA MÚSICA DO TODDY HAHAHAHAHAHA! Aiai… 

Voltando a esse post, hehe, ontem cheguei do discipulado, peguei o violão – que não toco – e fui falar para Ele que eu sentia muito por ter duvidado que tudo seria bom, perfeito e agradável. Lembrei a Ele que nunca vai haver um melhor amigo como ele, mesmo quando estou sendo a pessoa mais sem fé do planeta, porque tudo fica melhor com Ele. Até pão de queijo.

                                              Com os usuais desafinos e barulhos inexplicáveis da minha casa (: