Playlist para a semana (:

 

Para caso você queira cantar junto com a minha playlist da semana:

1)  Sarah Juers – Anchor

2) Hannah Barnett – Nails

 

3) Ryan Ellis – Never Changing

4) The Brilliance – Yahweh

5) Laura Souguellis – Tudo é para tua Glória

6) Jeremiah Bowser – Meu Coração É Teu

7) Kye Kye – People  

8) Earth, Wind & Fire – September

Pode ficar aí me julgando ou começar a dançar com essa música maravilhosa haha 😀

9) Lucy Rose – Shiver

10) Ella Fitzgerald and Louis Armstrong – Ella and Louis (1956)

Não dá para explicar esse álbum. Põe na playlist da vida!

11) The Lumineers – Dead Sea

12) Dwayne Johnson – You’re Welcome (From “Moana”)

Sim, eu estou obcecada por Moana.



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Do meu quarto. Do meu desafino. (Ou: Projeto novo)

{Para ouvir enquanto lê}

Eu nunca consegui ter um canal no Youtube para complementar o blog. Juro que eu tentei há uns anos atrás, mas nunca deu certo…  Sim, inclusive apaguei muitos vídeos que estavam por lá…

Esses dias, eu estava pensando cá com meus botões que seria legal tentar de novo. De novo. Mas que eu precisaria, pelo menos no início, de um formato que fosse familiar para mim. Como o blog. E aí surgiu o Do meu quarto. Do meu desafino. Algo mais calmo e tranquilo – mais próximo do que eu já faço aqui há tantos anos…

O que eu trago de diferente nesse conteúdo – além do meu quarto e da minha inabilidade em tocar violão, mas acho que você já entendeu essa parte, porque, bem… por causa do título hehe – são algumas composições. Mas nem isso é tão diferente assim, porque você já me lê.

Neste primeiro episódio, eu queria que você pensasse em Amós, em religiosidade, em pecados escondidos, mas, acima de tudo, que você pensasse no eterno amor do Senhor por Israel. Apesar de todo o juízo, Ele é apaixonado por aquela cidade, que hoje sou eu e você. Deus está sempre buscando uma maneira de reconstruir Israel, de nos encher de plenitude, de finalmente nos colocar na terra em que moraremos para sempre.

Reli Amós depois de uma palavra que nosso bispo nos deu, em minha igreja local. Uma palavra que animou nosso espírito e esquentou nossos corações. Depois de uma temporada muito complicada, o Senhor estava nos dando tijolos novos, e, assim, surgiu a canção Amós 9. Espero que você se interesse por esse novo pedacinho do blog no Youtube.

Aquilo que não pode ser explicado

{Para ouvir enquanto lê}

Eu me sinto completa quando penso Nele. Não sinto medo por haver alguém que minha compreensão não consegue pesar, medir, saber a cor do cabelo… Mas me sinto abraçada por tudo que olho. E oro a Ele, como se pudesse ser qualquer parte do universo e, ainda assim, amá-lo como eu O amo agora.

Na semana passada, estava mandando um áudio gigante para uma amiga sobre o tipo de amor que dedicamos ao Eterno e, bem, a verdade é que nada é como esse tipo de amor. E eu não falo isso de forma poética, mas de forma bastante pragmática. O meu amor por Ele não se parece com o amor que dedico a mais ninguém. É como calda quente e água fria  – tudo ao mesmo tempo. Como um abraço de braços macios e cimento que me tapa por dentro.

Você já pensou sobre o amor que entrega para Deus? Ah… Isso me deixa tão animada e tão assustada… Tão assustada que eu não sei como eu poderia viver sem ama-Lo… Como passar por esta terra sem sentir aquilo que não pode ser explicado?

Eu tento colocar em palavras o melhor nó que há dentro de mim, mas é simplesmente impossível. Talvez somente Davi e Adélia Prado conseguiram descrevê-lo… Ao que eu poderia comparar o amor que sinto por Ele? Ao dia que meu pai conseguiu subir um lance de escadas depois de uma longa temporada de enfermidade. Ao momento em que minha melhor amiga me mandou a foto do seu jaleco pronto. A risada da minha mãe. Ao companheirismo dos meus irmãos. E a nenhuma dessas coisas… Porque… Porque, se nada disso existisse, eu sinto, profundamente em mim,  que eu O amaria da mesma forma.

Amar você, Eterno, não é sempre a coisa mais fácil, mas eu não saberia como não fazê-lo.

Os 5 últimos dias

{Para ouvir enquanto lê}

Na quinta, agarrei metade do meu cabelo, medi uns centímetros pra cá e outros pra lá e cortei. Balancei ele de um lado pro outro e deixei minha melhor tesoura, a vermelha, em cima da pia do banheiro.

Na sexta, acordei mais cedo que minha irmã e corri pela rua. Sozinha. No frio. Meus passos ressoavam até a esquina, meus fones vibravam nos ouvidos. Tuc. Tuc. Tuc. Uma. Duas. Sete esquinas de uma vez. Parei. Respirei e voltei andando pelo bairro que começava a se agitar.

No sábado, eu abri a janela do uber, o vento batia contra mim.

– Moça, você quer ouvir alguma coisa?

David Dunn saia do autofalante do carro que cheirava a sauna. Obrigado, universo, pelo bluetooth.

E nós cruzamos a cidade com a mesma música se repetindo e minha mão para fora do uber, controlando o vento da cidade.

– Você tá tão feliz, moça, aconteceu alguma coisa?

– Não. – Sorri.

No domingo, eu sentei com as crianças do ministério infantil e elas me perguntaram se Deus ainda multiplica peixes nas redes. Sorri de novo. Nós somos os peixes e as redes. Nós somos as mãos dos discípulos. Nós somos Cristos em formação.

– Você não faz ideia de como ele multiplica, Mateus… – Ele correu satisfeito com a resposta.

Na segunda, fiquei observando meu avô ler o jornal e minha avó ligar para ver se alguém estava melhor de saúde, enquanto eu fazia almoço para os dois. Mexendo o feijão e olhando os meus velhinhos, existindo há anos no espaço um do outro.

– Você não vai acreditar em quem foi preso! – Ele balançou o jornal, minha avó tentava desligar o celular e eu experimentava o feijão, que estava sem sal. – A irmã tá melhor, Ivone?

Nada mudou por fora. Tudo ainda está igual. A vida ainda está cheia de incertezas e problemas. A alegria que me alimenta é estranha e me chama para uma nova fase Nele. Eu nutro a esperança de comer de algo alegre e fresco. Não porque sou otimista com o futuro das coisas e deste mundo, que se mantém unido pelo ódio, mas espero porque Gálatas diz que se não nos cansarmos de fazer o bem, um dia colheremos todo ele. Essa semana foi como uma lembrança que veio sem avisar de que a esperança do bem está chegando. Eu e minha nuca quase de fora continuaremos a semear.

 “E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido”

Gálatas 6:9



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“ninguém tirará essa alegria de vocês”

{Para ouvir enquanto lê}

Quase todo dia, eu favorito um link para mostrar pro meu irmão. Coisas bestas, mas que me fazem ter uma crise de riso e outra de tosse. Então, do nada – tipo estralo de dedo barulhento bem na sua cara-, lembro que ele não mora mais por aqui e, depois de algum tempo, eu esqueço de novo e estou salvando séries na minha lista, como se ele fosse chegar mais tarde para assistirmos.

Somos imagem Dele e aprendemos, com seu sopro, a sentir falta. Se nós, imperfeitos e, muitas vezes, quebrados, sentimos falta de passarmos quarenta e dois minutos destruindo todos os aspectos de uma série com alguém, que dirá Ele… O Eterno, aquele que nos criou de dentro pra fora e de fora para dentro, sente a nossa falta constantemente quando deixamos de visitá-lo. O seu coração se enche da saudade original – que se dividiu e formou a que está dobrada em nós – e Ele nos espera. Nos chama. Salva todo o catálogo da Netflix. Favorita vídeos de gatos fazendo coisas impensáveis.

Ele é a fonte de todos os sentimentos puros e nós somos alvos de tamanho amor. Que Ele sinta, cada vez menos, saudade de nós. Que apareçamos sem ligar antes, até o dia que nos veremos perfeitamente. O melhor, mais alegre e mais gráfico dia de todos.

Não sinta saudades de mim, Espírito, me sinta sempre perto, trançando suas barbas imaginárias e esquentando suas mãos furadas.

Assim acontece com vocês: agora é hora de tristeza para vocês, mas eu os verei outra vez, e vocês se alegrarão, e ninguém tirará essa alegria de vocês.
João 16:22

Mesmo quando eu não entendo: obrigada por mudar minha rota

{Para ouvir enquanto lê}

Você me vira de ponta cabeça, Eterno. Não apenas uma vez. Sempre. E por mais que eu tenha pânico de sentir o meu sangue inverter seu fluxo em meu corpo, sem pestanejar ou formar qualquer outro pensamento, eu pularia de todos os telhados com você, correria sobre a telha avermelhada de desconhecidos e flutuaria sobre o que nunca vi todos os dias, porque não há bagunça mais confiável do que a sua ou mudança mais aceitável do que seus planos. Venha o seu reino, a sua vontade e a sua cambalhota, que tira tudo do lugar, que coloca tudo no lugar.

Ele é um copo de água cheio (ou: máscara facial de argila com o Eterno)

{Para ouvir enquanto lê}

E quem quiser pode vir e beber de mim. Ele fala. Mas nós não bebemos. Nós compramos títulos feitos de números – 10 passos para… -, assistimos tudo o que podemos por Streaming, mergulhamos em livros de detetives, mas nada muda dentro de nós. Não porque tudo o que consumimos é errado, mas  simplesmente porque precisamos de água. Nossos corpos têm sede, mas nós oferecemos para ele uma conversa sem graça no celular. Se você quiser, pode vir e beber de mim. Ele diz mais uma vez, mais alto. Mas nós saímos de casa, porque temos uma vida para ganhar. Nós corremos o dia inteiro. Nos seguramos no chacoalhar do ônibus, às seis da tarde, ou encostamos a testa nos volantes, quando o congestionamento parece não passar. E abrimos a geladeira e as abas no Chrome. Procuramos passagens de viagens que não vamos fazer. Procuramos receitas que não vamos fazer. E nada, mesmo que perfeitamente bom, é o suficiente. Por mais que tentemos muito. O problema é você – nossos amigos dizem, cansados. E se o problema é a gente, como se soluciona? Resolvemos colocar uma máscara verde na cara e tirar um tempo para nós mesmos, mas o silêncio começa a assustar, como se descosturasse as nossas carnes. E aí precisamos ouvir algo, ver algo, um vlog bobo, uma review de vela de baunilha, um desafio imbecil. Nossa boca está seca e os ouvidos tapados, mas Ele ainda grita: quem quiser pode vir e beber de mim. Se nós escutássemos ficaríamos molhados feito terra na chuva e nossa alma pararia de procurar por Ele, não porque Ele não esteja em nenhuma das atividades listadas, mas porque Ele precisa estar em nós. Diariamente. Dividindo uma máscara de argila verde ou uma oração. Se quiser, você pode beber de mim – Ele sorri com os dentes do coração.

E no último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé, e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim, e beba.
João 7:37

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Aproveite o início do ano para se relacionar com Ele de forma cotidiana. Diariamente tire um tempo para conversar e beber Dele, que é doce e tem barulho de onda do mar. 5, 10, 15 minutos… O que for suficiente para encher o seu coração.




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Sobre os planos de ano novo

{Para ouvir enquanto lê}

A vida não te deve nada e quanto mais rápido você descobrir isso, melhor vai conseguir entender o (seu) mundo. Mesmo que você tenha estudado por anos, mesmo que você aceite balinha como troco, mesmo que você tenha planejado seus próximos 54 anos.

Que simples isso parece, mas não é. E é porque a gente acha que alguém nos deve alguma coisa que nunca somos felizes ou verdadeiramente tristes por nós e nossas escolhas. É por transferir essa dívida para Deus que esperamos que nossas vidas sigam exatamente o que planejamos e que Ele, de uma maneira miraculosa, faça nossos planos acontecerem.

A vida, o Espírito e o universo não são pequenas coisas que você precisa convencer para fazer as suas vontades darem certo. Deus não pode ser acionado com três esfregadas em uma lâmpada.

Depois do Natal, voltando da casa da minha avó, passamos na fazenda de um tio avô. Sol forte, vento que balança árvore e cachorros para todo lado. A simplicidade da vida e do Eterno ali. Eu imaginei um daqueles placares de jogo de basquete acima de nós, de um lado meus planos, do outro os planos Dele. Meu placar alto, o Dele nem tanto. Olhei ao redor, lembrei da passagem de Mateus – Não andeis cuidadosos da vossa vida pelo que haveis de comer ou beber, nem do vosso corpo pelo que haveis de vestir; não é a vida mais que o alimento, e o corpo mais que o vestido? Olhai para as aves do céu, que não semeiam, nem ceifam, nem ajuntam em celeiros, e vosso Pai celestial as alimenta; não valeis vós muito mais do que elas? – e, de repente, os meus  números do placar começaram a diminuir rapidamente. Um atrás do outro. Logo estava no zero e um ploc encheu minha imaginação: o placar de Deus subira um número.

Eu 0 x Ele 1

– O que o Senhor quer que eu faça este ano?

– Finalmente essa pergunta.

E foi aí que me apaixonei mais um pouco por colher e plantar e entendi um cadinho melhor sobre as leis amorosas do universo criadas por Ele e que podem fazer meu ano mais feliz. Foi aí que aprendi que apresentar seus planos para o Senhor é um bom começo, mas perguntar quais os planos Dele para este novo ano tem uma força estranha, grande, impulsionadora.

Nós devemos sim sonhar com coisas novas para o novo ano, mas nosso coração não pode esperar que a vida nos entregue obrigatoriamente nosso sonho,  não podemos achar que o Eterno está com cada uma de nossas aspirações. A beleza de envelhecer ao lado de Deus é refletir… refletir sobre o seu agir em nós e nas coisas, refletir sobre os seus desígnios e vontades, combinar nossas vidas, aceitar seu coração e todos os sonhos que vem com ele. Envelhecer com Ele é aprender a sonhar igual, é perguntar o que sonhar.

O que você estiver com fome para este ano, plante. O que você não quer mais comer, não semeie. E, de novo, parece tão óbvio… mas a falta de se lembrar disso periodicamente nos faz amargos e decepcionados com a vida e com o Senhor. Feche os olhos e sonhe coisas incríveis para este ano, mas pergunte a Ele quais os sonhos você não conseguiu alcançar com sua mente humana de comedor de bolacha recheada (ou de coisas sem glúten, que é para incluir todas as faixas humanoides).

Que Cristo nos liberte de nossas frustrações pela falta de saber o que Ele pensa de nossos planos. Que nós entendamos que a simplicidade da Bíblia foi desenhada para nos fazer felizes e não amargurados.


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Um post que deseja feliz 2017!

{Para ouvir enquanto ler}

2016 foi um ano bem maluco. Não sei para vocês, mas para mim só faltou aparecer gnomo com a voz do duo do Seafret.

Eu aprendi um bocado de coisas, como:

1 – Fazer uma torta de pão de forma e parar de desperdiçar o primeiro e o último pão do pacote.

2 – Que aquela coisa que as pessoas falam sobre a vida correr pelos olhos é verdade, no minuto em que alguém me falou que meu pai tinha sofrido um infarto isso aconteceu. Depois eu subi numa moto e nem me lembro como cheguei em casa.

3 – Que meu couro é mais grosso do que o pé de muita gente que anda descalço por aí. A vida, às vezes, nos dá uns tapas de novela mexicana: mão aberta, bem estralado. Mas ela se engana se acha que ganhou a discussão. Querida vida, eu já assisti A Usurpadora, e eu não sou Paulina.

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Yo soy Paola Bracho!

4 – Viajar de uma cidade para outra todo dia não é como pegar um ônibus na mesma cidade. Não importa o quanto você me diga que demora mais do que eu para chegar em casa, eu ainda moro em outra cidade. Não venha com mimimi.

5 – Morar perto da igreja significa alguém pegando a chave toda hora aqui em casa, e depois da terceira vez você simplesmente entrega de pijama. Desculpa, amigos que pegam a chave, eu não tenho forças para trocar de roupa.

6 – Valorizar as pessoas que não vociferam qualquer opinião nas redes sociais e que entendem que textão contra a igreja não faz dela melhor, só faz alguém dentro dela machucado.

7 – Aprendi que saudades de um grupo de oração era uma categoria que ainda não conhecia direito, mas sinto, todos os sábados, quando lembro da minha antiga célula. Mas aprendi, também, que existem pessoas maravilhosas para se amar em cada cidade para qual nos mudamos.

8 – Aprendi o melhor lugar para sentar e ouvir o cara do piano da faculdade.

9 – Aprendi que a gente não se desculpa pelas coisas que fazem a gente a gente. Sapatilha, milhões de planos de viagens, livros de gentes que conhecem a Deus como os defeitos da própria sobrancelha, tour por todos os karaokês-pop-chiclete-maravilhosos na cidade e silêncio quando odeio admitir que estava errada para Ele.

10 – Que Deus trata a gente como mulher, quando deixamos as coisas de menina.

11 – Aprendi que, às vezes, o melhor é continuar andando e nunca olhar para trás. Nem de relance. Continuar caminhando. Um passo. E outro. Até que a gente esteja longe da nossa própria bagunça e consiga voltar para limpar.

12 – Aprendi que Deus vê tudo. Tudo. Absolutamente tudo. Mesmo que ninguém veja. Saiba. Faça ideia. Eu e Ele temos uma piada, em que somos nós dois, guardando os chapéus e casacos daqueles que chegam na nossa festa imaginária. Eu e ele. Ninguém nos vê, porém os casacos e chapéus estão sempre em ordem. E a gente ri. É a piada mais sem graça do mundo, mas a gente se diverte com ela todas as vezes.

2016 foi um ano bem maluco, mas Ele nos ajudou. Porque Aquele que nos colocou na aventura mais louca de todas nunca vai nos abandonar, mesmo quando um gnomo com a voz do duo do Seafret aparecer com um plano para dominar o mundo.

Feliz ano novo!


PS: Nenhuma criatura mitológica foi maltratada na feitura deste post e os amigos do Seafret mandam avisar que não tem envolvimento com nenhuma delas, hehe   😉


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